O projeto de tradução

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Introdução[editar]

O foco deste artigo é no projeto de tradução escrita não editorial, comumente chamada de tradução técnica, mas seus princípios gerais também se aplicam a qualquer outro tipo de projetos de tradução, seja audiovisual ou interpretação.

O responsável por um projeto é o gerente de projetos, conhecido pela sigla PM, do termo inglês Project Manager. Embora seja comum que os provedores de serviços linguísticos (PSLs, ou LSPs - Language Services Providers) — mais conhecidos como agências de tradução — tenham gerentes de projeto em seus quadros, qualquer prestador de serviços é o gerente de seus próprios projetos e, como tal, precisa conhecer bem cada etapa de seus processos de trabalho.

O Project Management Institute, na sua publicação de referência, o PMBOK (Project Management Body of Knowledge), identifica oito áreas que precisam de gerenciamento específico em qualquer projeto:

  • Processos de comunicação
  • Definição do escopo
  • Gerenciamento do tempo
  • Avaliação de custos
  • Controle da qualidade
  • Recursos humanos
  • Controle de riscos
  • Compras (equipamentos, software, etc)

Além desta distribuição por áreas, os projetos também são divididos em etapas: início, planejamento, execução, acompanhamento, conclusão. O controle de riscos é uma atividade presente em todas essas etapas e também deve ser considerado no planejamento. É desejável que o final de cada uma dessas etapas seja marcado pela apresentação de algum produto físico — o jargão da gerência de projetos usa o termo em inglês Deliverable. Portanto, num projeto de tradução típico podemos ter os seguintes deliverables:

  • Início -> orçamento e proposta, contrato assinado por todas as partes
  • Planejamento e preparação-> planilhas de controle e estrutura de arquivos de trabalho, glossários, guias de estilo.
  • Monitoramento -> planilhas atualizadas, relatórios pontuais de qualidade
  • Execução -> arquivos traduzidos e finalizados
  • Conclusão - arquivos entregues; nota fiscal/invoice; pagamento efetuado
  • Controle de riscos: infraestrutura de backup; equipe reserva de prontidão.


As decisões de planejamento tomadas para cada uma dessas áreas afetará todas as principais fases do projeto. Cada fase é constituída por uma série de tarefas previstas no planejamento, e cada tarefa, para acontecer, precisa levar em conta ao menos três elementos:

  • Objetivos - o que é para ser feito
  • Recursos - o que é preciso para que a tarefa seja cumprida, sejam recursos humanos ou de equipamentos
  • Tempo - quanto tempo é preciso para que cada tarefa seja concluída

Início[editar]

O início, ou a fase de preparação do projeto é quando avaliamos o material a ser traduzido, preparamos os Orçamentos e propostas e os enviamos aos clientes.

Solicitação[editar]

Ao receber um projeto de tradução, todo tradutor deve considerar inicialmente três fatores essenciais: volume, prazo e tipo de texto. Somente assim ele será capaz de julgar se está ou não preparado para entregar o trabalho traduzido, com base em um conceito muito importante: o de produtividade. Por exemplo, se a produtividade de um tradutor é de 2 mil palavras em um período de 8 horas (isto é, se o profissional traduz cerca de 2 mil palavras em 8 horas), ele sabe que não está apto a assumir um projeto de 6 mil palavras a ser entregue em dois dias de trabalho. Entretanto, é importante mencionar que a produtividade de cada profissional varia de acordo com diversos fatores (qualidade do texto de partida, familiaridade com o assunto, CAT Tool usada etc.), e que o número de horas trabalhadas por dia pode variar.


Feito o cálculo inicial de produtividade de acordo com o volume e o prazo solicitados, o tradutor deve solicitar ao cliente o material necessário para dar início à tradução. Além do arquivo a ser traduzido, esse material pode incluir instruções específicas, glossários, listas de terminologia, relações de palavras que não devem ser traduzidas, listas de traduções inadequadas e/ou quaisquer referências gerais que auxiliem o processo do traduzir. Após essa breve análise inicial do material enviado, o tradutor terá mais recursos para auxiliá-lo na decisão de aceitar ou rejeitar um projeto.

Avaliação e orçamento[editar]

Um projeto de tradução geralmente começa com a solicitação de um cliente para a tradução de um ou mais documentos. O momento dessa solicitação é essencial para o restante do projeto. Em geral, é quando o tradutor diz que avaliará a solicitação ou, então, que não poderá atendê-la. Negar um projeto deve uma decisão tomada com cuidado, para que o profissional mantenha as portas abertas ao potencial cliente, a fim de que ele volte a fazer novas solicitações. Os clientes devem saber claramente o que um tradutor pode e não pode fazer para atendê-los.

O primeiro passo, portanto, é entender o escopo do trabalho; isto é, o tradutor deve compreender exatamente o que seu cliente deseja e se é possível atendê-lo nas condições atuais. Em seguida, o tradutor deve considerar os recursos necessários à realização do projeto. Que ferramentas serão utilizadas? Que tipo de trabalho o projeto envolverá? Em linhas gerais, a avaliação do material precisa considerar o volume de trabalho, o tempo necessário para a realização do trabalho e o custo envolvido no trabalho. Essas avaliações resultarão nos dados objetivos que constarão na proposta.

Organização inicial do material[editar]

Muitos tradutores aceitam somente projetos cujos temas abordados já sejam familiares, e muitos determinam apenas uma ou poucas áreas de atuação, enquanto outros se sentem mais confortáveis para aceitar projetos de vários segmentos diferentes de mercado. Independentemente do perfil do tradutor, é importantíssimo solicitar ao cliente todo e qualquer material que possa ser útil antes de aceitar/iniciar uma tradução.


No entanto, infelizmente nem sempre esse material estará disponível. Muitos tradutores recebem propostas de tradução com TMs (Translation Memories) vazias ou não recebem glossários, e isso acontece por vários motivos (é bastante comum com clientes novos). Nesses casos, o tradutor deve ter como base seus próprios conhecimentos na área e fazer pesquisas terminológicas ainda mais intensas, e consequentemente ele próprio deve começar a alimentar sua TM. Dessa forma, ao aceitar outros projetos de tradução do mesmo cliente, o profissional já terá como fonte de pesquisa seu próprio material gerado no projeto anterior.


Por outro lado, alguns clientes já adotaram seus próprios padrões linguísticos/estilísticos/terminológicos e concentraram essas informações em guias de estilo, bases terminológicas, glossários, blacklists (palavras que nunca devem ser usadas), whitelists (palavras que sempre devem ser usadas), DNT Lists (palavras que devem continuar no idioma de origem), entre outros. Ao receber um projeto cujo material tenha uma estrutura semelhante a essa, o tradutor deve ficar muito mais atento às especificações do cliente, já que sua tradução deve refletir todas as normas e padrões impostos nesse material de referência. Caso contrário, seu desempenho pode ser prejudicado e sua capacidade de seguir instruções pode ser alvo de dúvida.


É importante mencionar que idealmente o tempo de análise do material de referência deve entrar no escopo do trabalho e ser considerado no cálculo de produtividade. Isto é, ao receber um projeto de 1.000 palavras com guia de estilo, base terminológica, glossário e instruções complexas, o tradutor não deve considerar apenas as horas da tradução per se, mas também o tempo de leitura de todas as informações complementares. Assim, ele poderá ser devidamente recompensado pelo tempo despendido para conhecer e se familiarizar com as instruções e referências necessárias.

Escopo[editar]

A palavra escopo define um dos conceitos mais importantes para a aceitação de um projeto, e o setor de localização de software estabeleceu o termo TEP para definir, em linhas gerais, as etapas de tradução. No entanto, vale ressaltar que, embora a terminologia referente ao escopo seja semelhante entre as empresas de tradução e gerenciamento de projetos, cada cliente pode denominar suas tarefas como desejar. Portanto, é necessário que o tradutor esteja sintonizado com a terminologia do cliente em questão; assim, ambas as partes saberão exatamente quais são suas responsabilidades para com o projeto. Observe a seguir uma breve definição de cada uma das etapas do processo de TEP:


Tradução (Translation): como o nome já diz, a etapa de tradução (T) consiste na conversão das palavras de um texto de um idioma a outro. Isto é, ao receber uma proposta de tradução, espera-se que o profissional esteja apto a traduzir o material proposto.


Revisão (Editing): a etapa de revisão (E) envolve a leitura com cotejo. Ou seja, o revisor responsável por esta etapa deve comparar cada frase do material traduzido com sua correspondente no texto de partida. O objetivo do cotejo é analisar a tradução com o máximo possível de rigor, avaliando se o tradutor foi capaz de converter o texto de um idioma a outro sem alterar a mensagem original.


Leitura final (Proofing): diferentemente da etapa de revisão, o profissional responsável pela etapa de proofing (P) deve assumir a posição do leitor final. Sua tarefa consiste em ler somente o texto traduzido e verificar aspectos como a fluência da leitura. Idealmente, não deve haver erros na etapa final; o objetivo é somente acertar os últimos detalhes para o envio do texto ao cliente.


É importante mencionar que, por serem tarefas diferentes, cada uma das etapas descritas acima exige níveis diferentes de esforço do profissional. Consequentemente, os valores cobrados por cada uma dessas tarefas também devem ser diferentes. Em geral, a maioria dos tradutores costuma cobrar pela revisão a metade do valor cobrado pela tradução, cobrando um valor ainda menor para realizar a etapa da leitura final. Ainda que haja essa métrica simples de cobrança, cabe ao profissional avaliar os preços adequados conforme cada caso.

Volume[editar]

O volume está entre um dos fatores mais importantes e decisivos para a aceitação ou rejeição de um projeto. Ou seja, sem haver um volume determinado, o tradutor terá limitações para definir o planejamento do trabalho (seja de tradução ou revisão) e consequentemente não será possível especificar um prazo de entrega.


Por padrão, o volume de trabalho dos usuários de ferramentas de tradução é calculado com base no aproveitamento da memória de tradução (TM) e apresentado em tabelas de Weighted Word Count (WWC). A tabela de WWC apresenta uma contagem de palavras específica que considera várias porcentagens do esforço de tradução de acordo com o aproveitamento do que já foi traduzido e armazenado na TM. Ou seja, é feito o cálculo dos diferentes tipos de correspondências (repetições, 100% matches, no matches etc.) para gerar um volume total.


O objetivo do cálculo apresentado na tabela de WWC é detalhar o esforço do profissional ao traduzir palavras novas, reduzindo o impacto do esforço da tradução de palavras ou frases que já foram total ou parcialmente traduzidas em projetos anteriores. Esse tipo de cálculo visa determinar esforços diferentes para tarefas diferentes, já que traduzir um segmento totalmente novo e revisar um segmento que já está praticamente traduzido são tarefas diferentes. Esse tipo de esforço pode ser muito bem aplicado a projetos de áreas como localização de software (manuais e ajuda online), textos jurídicos, tradução de receitas e até mesmo alguns projetos da área médica (tradução de bulas), além de textos em geral que tenham frases e estruturas repetitivas. Veja um exemplo simples abaixo de tradução EN>PT da área de localização de software:


To create a new file, press New > Para criar um arquivo novo, pressione Novo

To save the new file, press Save > Para salvar o arquivo novo, pressione Salvar

To delete the file, press Delete > Para excluir o arquivo novo, pressione Excluir

To print the file, press Print > Para imprimir o arquivo, pressione Imprimir


Considerando-se a breve análise dessas frases, concluímos que não seria necessário traduzi-las inteiramente, já que é possível aproveitar a estrutura da primeira como base para a tradução das outras, cujas estruturas são muito semelhantes. A essas frases com estruturas muito semelhantes, nas quais é necessário apenas alterar uma ou duas palavras, chamamos de fuzzy match, isto é, frases com um aproveitamento muito alto de palavras. Nos casos em que esse aproveitamento é total, ou seja, a frase traduzida na TM é exatamente igual à frase a ser traduzida no texto, chamamos essa correspondência de segmento 100% match.


Nem sempre as frases apresentam um nível de correspondência tão alto com as traduções anteriores salvas na TM. Ainda assim, o material da memória de tradução de alguns projetos pode servir como base para a tradução de várias frases, e cada uma delas será representada na tabela de WWC com sua devida porcentagem de correspondência (95% match, 50% match, 70% match etc.). Caso a frase do arquivo a ser traduzido não tenha correspondência alguma com os segmentos da TM, ela é considerada um segmento no match, e o esforço de tradução do profissional é sempre maior ao trabalhar com tais segmentos.


Dependendo do tipo de projeto e da qualidade da memória de tradução usada para trabalhar nos projetos anteriores, muitos clientes solicitam que o profissional de tradução não altere os segmentos 100% match. Com isso, o tradutor deve se concentrar apenas em traduzir e revisar os segmentos com uma porcentagem menor do que 100%, o que pode diminuir consideravelmente o esforço da tradução e o tempo de trabalho no projeto em alguns casos. Por exemplo, se o cliente solicita que o tradutor ignore os segmentos 100% match de um projeto cujo volume total é de 10.000 palavras, mas 8.000 são segmentos 100% match, o volume real de trabalho do tradutor (ou seja, o WWC do projeto) é de apenas 2.000 palavras. Sendo assim, o tradutor deve considerar somente o WWC de 2.000 palavras ao fazer seu cálculo de produtividade e determinar um prazo viável de entrega.

Ferramentas e recursos[editar]

Prazo[editar]

Custo e preço[editar]

Negociação e fechamento do contrato[editar]

Proposta[editar]

A proposta para o cliente deve conter uma descrição do trabalho a ser feito, quanto tempo precisaremos para sua realização e quanto custará, que são as informações resultantes da fase de avaliação. Também deve incluir os dados de contato do cliente: Razão social, pessoa de contato, endereço de correspondência, CNPJ, e-mail e telefone. Essas informações são importantes para que o cliente saiba que temos os dados completos dele e para que possamos emitir nossa fatura, recibo ou nota fiscal ao final do serviço. Da mesma maneira, nossa proposta também inclui os nossos próprios dados de contato para que o cliente possa dispor dos canais de comunicação necessários para conversar conosco ao longo do projeto.

Nós só começamos a trabalhar depois de todos esses detalhes terem sido acertados e de termos examinado todo o material a ser traduzido.

Dados completos do cliente e do prestador[editar]

Descrição do projeto e condições[editar]

Confirmação e assinatura[editar]

Execução[editar]

Preparação[editar]

Após as condições terem sido aceitas por ambas as partes, é hora de preparar o ambiente de trabalho. Nesta fase, caso ainda não tenhamos feito isso durante a análise do material, nós organizamos as pastas do projeto. Um bom método é separar uma pasta para os originais, uma para as traduções, outra para o material de referência e instruções e quantas mais forem necessárias para uma boa organização de nosso material de trabalho. É importante desenvolvermos um padrão para nomear arquivos e pastas, por exemplo, acrescentando indicações do idioma ao final do nome do arquivo (_PT-BR, _EN, etc.). Dependendo do tipo de arquivo e das ferramentas de tradução a serem usadas, essa organização das pastas pode seguir lógicas diferentes. O fundamental é que sempre tenhamos uma visão clara de como os arquivos e todo o material referente ao projeto está organizado.

Depois da preparação, vem a execução do serviço. Quanto mais cuidado na fase inicial de preparação e planejamento, menos problemas teremos na execução. Apesar de normalmente ser a fase mais longa do projeto, é sobre a qual menos há o que falar. Você já definiu as ferramentas que usará, já organizou o material, já estabeleceu seu cronograma. Agora é pôr a mão na massa. Em termos muito simples, a execução inclui a tradução e a revisão. Uma prática que pode facilitar a execução é ler todo o material antes de iniciar a digitação da tradução, analisando e anotando pontos onde pode haver dificuldades, entendendo bem o tipo de texto (informativo, persuasivo, promocional, etc.) e seu tom, e pesquisando traduções de termos que não estejam no glossário. Depois de fazer isso, a digitação em si flui mais rapidamente, pois as dificuldades e estruturas já foram pensadas, e você já tem um entendimento geral do texto. Em alguns projetos, essa prática pode não ser viável devido a diversos fatores (volume muito alto, por exemplo), ou há quem não se adapte a ela. Como outras atividades complementares temos as nossas pesquisas, consultas e resolução de eventuais problemas, tais como conversão de arquivos, dúvidas com o uso de ferramentas, além da atenção à realização de backups regulares do projeto. Cada projeto tem características e necessidades próprias. A execução de cada um, portanto, refletirá essas diferenças.

Produção[editar]

Controle da qualidade[editar]

Revisão[editar]

O processo de revisão, também referido como Editing (E no acrônimo TEP*), tem como objetivo minimizar os problemas linguísticos que, porventura, foram ignorados processo de tradução. No nível do texto, todo revisor de uma tradução deve corrigir essencialmente erros de gramática, ortografia, decodificação de sintagmas e composição, além de atentar-se a fatores como o estilo adotado e a adequação do texto traduzido ao público leitor. Aspectos como a adoção da terminologia apropriada por parte do tradutor também devem ser levados em consideração na etapa de revisão de um projeto.


TEP (Translation/Editing/Proofreading) é um acrônimo frequentemente utilizado em empresas de tradução para designar o conjunto de processos envolvidos no trato de um projeto, desde a tradução até a verificação dos arquivos no formato final.


Perfil do revisor[editar]

Além do conhecimento do idioma de partida, espera-se que o revisor tenha domínio das regras e minúcias do idioma de chegada. Isto é, para revisar, não basta propor várias modificações aleatórias sem saber justificá-las de maneira coerente. Para tal, o profissional de revisão deve estar a par das discussões, regras, detalhes e questões ambíguas do idioma de chegada. Assim, ele estará muito mais preparado para identificar o que pode ou não ser, de fato, considerado como erro.

Em empresas de tradução, é necessário que o revisor seja rápido, dinâmico e flexível o bastante para lidar com várias instruções de projetos diferentes. Além disso, espera-se que esse profissional tenha algum conhecimento, ainda que não muito profundo, do cliente e do tema abordado. Para fazer uma revisão "justa", o revisor também deve receber exatamente todo e qualquer material de referência enviado ao tradutor (glossários, listas de terminologia, guias de estilo etc.). Assim, a revisão ganha em credibilidade e o projeto ganha em consistência.

Fechamento[editar]

Conclusão[editar]

Terminada a tradução e verificação final do nosso trabalho, enviamos o material traduzido para o cliente conforme os termos combinados para a entrega. Idealmente, junto com a tradução concluída, deve ir o nosso documento de cobrança, que pode ser de vários tipos, conforme o cliente e o que foi combinado.

Um detalhe muito importante: um projeto só pode ser considerado concluído após o pagamento ter sido feito. E, depois disso, vale a pena fazermos uma avaliação post-mortem dos aspectos que deram certo e dos que deram errado, para repetirmos sucessos e evitarmos a repetição dos erros.

Envio para o cliente e confirmação de recebimento[editar]

Envio da fatura[editar]

Recibo[editar]

Invoice[editar]

Nota Fiscal[editar]

Pagamento[editar]

Avaliação post-mortem[editar]